sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ele apenas nasce!




"Um rei é o símbolo da república. E as melhores repúblicas na Europa são as monarquias constitucionais. E que um rei não seja eleito por votos será contra o princípio da igualdade, ou, pelo contrário, será a mais profunda das igualdades? O historiador Jacques Monet escreveu: «…Um rei é rei, não porque é rico e poderoso, não porque pertence a um credo particular ou a uma minoria nacional. Nasce rei. E ao deixar a selecção do chefe de estado a este denominador o mais comum no mundo – o acaso do nascimento – proclama-se implicitamente a fé na igualdade humana; a esperança no triunfo da natureza sobre a manobra política e sobre os interesses sociais e do capital financeiro e na vitória da pessoa humana."

In “HENRIQUES, Mendo Castro, Dom Duarte e a Democracia, Bertrand Editora.

Um pequeno fragmento... um pequeno texto... E uma ideia interessante de se pensar. Ninguém define quem nascerá. Ninguém define o Rei. Ele apenas nasce! O acaso é responsável.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Estabilidade Monárquica



A maior qualidade de um sistema monárquico é a estabilidade institucional que inexiste na nossa república (e há quem diga que em quase qualquer outra). A história das Monarquias Constitucionais mostram uma estabilidade muito superior se comparadas às várias repúblicas. É claro que há exceções.

Sobre a democracia, ela independe de sistema político, só para deixar claro, pois é um equívoco muito comum das pessoas de acreditar que ela só existe em determinado sistema. Ser monarquia ou república não garante a democracia de um país, visto que as duas primeiras são sistemas de governo, enquanto a democracia (e a ditadura, por exemplo) é forma de governo. Podem existir monarquias não democráticas e democráticas. Assim como repúblicas democráticas e não democráticas.

A ideia de "três poderes se complementando e se fiscalizando mutuamente" pode parecer ótima, na teoria. Entretanto não é sempre que isso funciona. Exemplo disso está em nosso país hoje. O cargo de Juiz do STF (um dos Três Poderes), é indicado pelo presidente da República (outro dos Três Poderes). É vitalício e de nomeação. Obviamente temos problemas aí.

Quando um partido passa muito tempo no poder, pode acontecer (e é o caso agora) de praticamente todo o Judiciário ter sido indicado por presidentes de um mesmo partido e com mesmos interesses. É claro que essas indicações não são por mérito necessariamente. Dias Toffoli, por exemplo. É apenas graduado em Direito, reprovou duas vezes em concurso pra Juiz em SP (salvo engano), mas foi advogado do PT, e por isso agora é Juiz do STF até o final da vida. 

Então nem sempre essa dos Três Poderes funciona muito bem. Melhor do que ela é a ideia de Benjamin Constant, o pensador, não o que ajudou no golpe republicano. Ele dizia que deveria haver um 4º Poder, justamente com o papel de MODERAR os outros Três. Foi o que houve no Brasil, que os livros de História insistem em dizer que era um Poder Absoluto, sendo que no Brasil não houve absolutismo. D. Pedro I ficou conhecido, inclusive na Europa, como o Rei Liberal. O Poder Moderador só poderia ser utilizado em algumas situações que já eram descritas na Constituição de 1824 (única de todo o Império, contra 6 ou 7 republicanas; e aí se vê a estabilidade novamente).

É absurda a comparação de estabilidade no Império e na República. Na verdade, não há o que comparar. A república brasileira não sabe o que é isso. E olha que há temos quase o dobro de anos em relação ao sistema derrubado.

Um Monarca então é o responsável para que as mudanças ocorram naturalmente, por vontade da população em geral. Ele, além do mais, é livre para indicar pessoas ao STF e outros cargos vitalícios, pois ele não tem interesses partidários. Está além de tudo isso, pois seu cargo não depende de conchavos políticos. Ele escolherá, de fato, pelo mérito do indivíduo. Justamente como nossos imperadores faziam.

Mudanças em meio a caos político, de fato, não aconteceriam. Pois pretende-se manter a ordem e estabilidade Nacionais. Mas governos de esquerda e direita podem sim propor e conseguir mudanças. Tudo depende de como eles vão governar no Parlamento e de sua aceitação pelo povo. Na Inglaterra, por exemplo, a Rainha sancionou há pouco tempo a lei que permite casamento de pessoas do mesmo sexo. E olha que ela é uma líder religiosa também (Anglicanismo). E provavelmente é contra. Mas seus súditos, sua população, preferia isso. Mas aconteceu naturalmente.

Esperar que o monarca apoie mudanças bruscas em crises fortes, realmente acho que não acontece, pois ele é educado para servir à Nação de forma consciente e cautelosa.

sábado, 31 de maio de 2014

Dicas de Vídeos Monárquicos (Parte I)


Caríssimos leitores, saudações monárquicas!

Esta postagem vem com o intuito de dar algumas dicas de vídeos pelo youtube que podem servir aos amigos de alguma maneira. São documentários, entrevistas, dentre outros vídeos, com conteúdo relacionado à Monarquia Brasileira.

Abraços a todos! E continuem a lutar pela Restauração da Ordem em nosso país! Pela Restauração Monárquica!

Programa "De Lá Para Cá" sobre a Princesa D. Isabel


O Coração de D. Pedro I


Princesa D. Isabel: O Regresso Histórico


Imperatriz D. Leopoldina do Brasil


D. Luiz de Orleans e Bragança sobre a Lei Áurea


Exumação dos corpos de D. Pedro I, D. Leopoldina e D. Amélia


Monteiro Lobato e o exílio de D. Pedro II


Ohannes Kadberian fala sobre o Império do Brasil


Hino da coroação de D. Pedro II


Divulgação do Ideal Monárquico



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Os Voluntários da Pátria do CMB fazem ação no RN


Caros amigos, como vão? Saudações Monárquicas!

Esta postagem vem com o intuito de prestar contas sobre a primeira ação do ano dos Voluntários da Pátria, braço voluntariado do CMB

A Campanha intitulada "Um Brasil Real é um Brasil que Lê!" começou no dia 20 de março de 2014, com a arrecadação de livros diversos para doação. Cada cidade que quisesse participar deveria escolher uma instituição que precisasse das doações. A arrecadação ocorreria até o dia 22 de abril e a doação ocorreria no dia 23 de abril (Dia Internacional do Livro).

Sabemos a importância da leitura, por isso desenvolvemos essa ação. Infelizmente o Brasil é um país que lê pouco. Segundo pesquisa de 2012 do Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê apenas quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora.

Nosso objetivo é incentivar a leitura dos brasileiros através da doação de diversos títulos para populações com dificuldade de obtê-los.

Cidade participante desta primeira ação: Natal (RN).
Instituição beneficiada com as doações: Escola Estadual Imperial Marinheiro, localizada no Bairro Nordeste, zona oeste de Natal.

O Círculo Monárquico Brasileiro Regional RN se uniu na ação com o Grupo Brasil Monarquia: Ordem e Progresso para que a ação fosse realizada da melhor maneira possível. O fundador do Grupo Brasil Monarquia (grupo com mais de 20 anos de existência), o Sr. Pedro Amaury Candéas (que também é o Comissário da Regional do CMB no RN), não mediu esforços para que o CMB e o Grupo pudessem realizar tal ação com êxito. É essa união de grupos monarquistas pelo país que o CMB apoia e incentiva!

Com a participação do Comissário Sr. Pedro Candéas, assim como da Sra. Maria Jandir Candéas (Mestre Regional de Cerimômias), do Sr. Gérson Custódio de Lima (Coord. Regional dos Voluntários da Pátria), do Sr. Manoel Eduardo Cabral (Coord. Regional de Relacionamentos Institucionais) e do Sr. Rodrigo Cavalcanti Felipe (Coord. Nacional dos Voluntários da Pátria) e outras pessoas aliadas ao CMB e ao grupo Brasil Monarquia, a culminância da primeira ação dos Voluntários foi muito salutar e aconteceu no dia 28 de abril de 2014.

Os livros foram doados à Biblioteca da Escola Estadual Imperial Marinheiro, com a presença da Vice Diretora, a Sra. Janiere Mendonça e alguns funcionários. Na ocasião, o Professor de História Rodrigo (Sensei), deu uma palestra aos presentes sobre o sistema monárquico de governo no Brasil. Todos citados assistiram à palestra, assim como uma turma do 9º Ano do Ensino Fundamental II. Vale salientar o exímio comportamento dos estudantes, que ficaram surpresos em saber que no Brasil ainda existia uma Família Imperial e que muitos lutavam pela mudança do sistema de governo no Brasil.

Entre livros, revistas, quadrinhos... foram arrecadados mais de 150 títulos.

Inicialmente a Sra. Jandir deu as boas vindas aos presentes e agradeceu a oportunidade de podermos estar naquele momento. Ao passar a palavra para o Sr. Pedro, os alunos já foram tendo um primeiro contato com o ideal monárquico. E por fim, o Professor Rodrigo apresentou sua palestra, que durou aproximadamente 35 minutos. A Vice Diretora da escola, a Sra. Janiere, disse que estava muito satisfeita com o resultado de tudo aquilo.

Ao encerrar o momento, o Grupo Brasil Monarquia e o CMB decidiram criar uma Tradição: Todas as escolas que nos receberem de braços abertos, deixaremos de lembrança, além dos informativos e brindes sobre a Causa Monárquica, uma linda Bandeira Imperial, para que principalmente nos desfiles da escola, ela possa levar também a Bandeira Original da nossa Nação. Aos funcionários da Escola que assistiram à palestra e vivenciaram o momento, o Grupo Brasil Monarquia entregou certificados de participação!

Agradecemos a todos os que participaram, direta ou indiretamente! Isso não seria possível sem a ajuda de muitos. Mas se cada um de nós fizermos nossa parte, veremos nosso sonho cada vez mais próximo da realidade! O brasileiro clama por mudança. Isso é visto no olhar de cada um... Eles só precisam saber que HÁ uma opção! 

Esta primeira ação foi feita apenas pela cidade de Natal, mas contamos com a participação cada vez maior de outras cidades pelo Brasil. O Calendário de Ações Anual dos Voluntários da Pátria está disponível para download em nosso grupo no Facebook. O endereço do grupo é este: 


Abaixo seguem fotos da Ação.

Parte dos livros arrecadados através de doações.
Teve até livro que veio doado da Bahia.




Organização temática na Biblioteca da Escola Estadual Imperial Marinheiro
para a realização da palestra.





As primeiras palavras com a Sra. Jandir Candéas

O Sr. Pedro Candéas em sua fala com os alunos.

Os estudantes do 9º Ano



O Professor Rodrigo Sensei (Coord. Nacional dos Voluntários da Pátria)
e sua palestra para os presentes.



Encerramento da Ação com as palavras de Jandir Candéas.

Alguns membros do CMB-RN com a Vice Diretora

Entrega dos Certificados para os que contribuíram
para que a ação pudesse ser possível.





Os Srs. Rodrigo Cavalcanti e Pedro Candéas entregam a
Bandeira Imperial de presente à Escola Estadual Imperial Marinheiro.
Recebe a Bandeira a Vice Diretora Sra. Janiere Mendonça.




segunda-feira, 31 de março de 2014

A censura continua



Saudações confrades e amigos que acompanham este Blog monárquico!

De uma coisa todos nós já sabemos: o ideal monárquico foi censurado pelos golpistas republicanos desde a tomada de poder ilegítima em 15 de novembro de 1889. A partir dessa data, falar em Monarquia para o Brasil era praticamente um crime. Todas as Constituições que se seguiram (com exceção à de 1988), o mudança do sistema política do Brasil era impossível. Calar os monarquistas se tornou cláusula pétrea em todas elas.

Mesmo com a conquista da derrubada dessa cláusula, depois de mais de cem anos de doutrinação os resquícios da censura continuam a ecoar pelo cotidiano. Como? Explico!

Tente iniciar uma conversa sobre Monarquia com as pessoas de seus círculos. Na família, na escola, no trabalho, na universidade, na vizinhança... Você quase sempre será considerado um extraterrestre por defender sistemas que "pregam a desigualdade entre os homens"... É mole?

Pessoas sem conhecimento algum sobre o tema caçoam ou se zangam com a possibilidade proposta. É o cúmulo. Como se não bastasse, se você tenta pensar em algo para melhorar o rendimento de seu trabalho, mas que tem a ver com o tema (ainda que não seja apologia ao sistema), você é barrado! Barrado pelo simples fato de ser monarquista. De pensar diferente. Enquanto isso, defensores de ideologias assassinas, que só causaram mal ao longo da História, ensinam nossos filhos a adorar os herois deles, quase todos assassinos em série.

E aí...? É ou não é difícil lutar contra essa censura? Sim, é!

Todavia, a cada novo dia, as pessoas estão conhecendo mais o ideal monárquico e simpatizando com ele. Estão vendo que as mesmas pessoas que são contra e sentem raiva da Monarquia, são aquelas que defendem regimes autoritários e que batem de frente com os valores da sociedade brasileira.

Uma hora a censura passa. E para isso, devemos contribuir gritando cada vez mais alto... cada vez mais forte!