domingo, 25 de março de 2012

Não vamos esperar mais...


Saudações Monárquicas, caros leitores.

A partir da sugestão do Presidente do Instituto Brasil Imperial, o Sr. Comendador Antonyo da Cruz, estou postando esta mensagem positiva sobre o Movimento Monárquico Brasileiro. Segue abaixo:

ACORDA MONARQUISTA, SE PASSARAM 122 ANOS E NÃO VAMOS ESPERAR MAIS.

Precisamos de decisão e de diretrizes para promover no Brasil a efetiva instauração do Sistema Moderno Parlamentarismo Monárquico Constitucional Democrático. O Brasil clama por um mecanismo institucional evoluído, sendo moderno e experimentado em países democráticos, com alto IDH e estabilidade política, e que possa vir a somar positivamente com a nossa forte economia e nossas riquezas como nação.

Até quando vamos conviver e nada fazer contra a corrupção? Já caiu mais de uma dezena de ministros por conta da corrupção, Ainda é mistério a queda do ministro da defesa. O Crime organizado cresce a cada dia e atravessam armas pelas nossas fronteiras para promover a violência e medo nas cidades, as drogas atingiram um patamar incontrolável, falta saúde, falta segurança pública, nada de direitos humanos para as vitimas, excesso de direitos humanos para o criminoso, a desestruturação das instituições de governo, a desestruturação das instituições familiares.

CNJ - Conselho Nacional de Justiça foi proibido de atuar por ministros STF, Lewandowski, anuncia que vários mensaleiros não serão julgados por prescrição do processo, STF suspende mais uma vez julgamento da Lei Ficha Limpa, Polícia Federal apurou desvios de R$ 3,2 Bilhões em 2011, só, e o resto quem vai apurar. Governo não sabe dos R$ 700 milhões destinados a Convênios.

Anunciam que estamos próximo a sermos o 6º colocado na economia mundial, nós crescemos ou estamos em uma bolha de crise de outros países, Programa ‘Pnud’ Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento registra o país em 84º lugar no IDH.

O País cresceu, o desemprego caiu, aumentou o número de moradores em Palafitas e Favelas, são 11,4 milhões de brasileiros (6% da população) número maior que a população de alguns países.Cuba e mais 125 países tem população inferior, 6329 favelas em 329 municípios (6% dos 5565 municípios brasileiros). O déficit habitacional é de 6.0 milhões de moradias, em 2011 foram contratadas 52 Mil unidades para famílias com renda de até 3 salários mínimos, porém em 2011, do PAC anunciado só 28% foi concluído, sempre promessas e nada de cumprir.

Não temos infraestrutura: sem estradas de rodagem, sem estradas de ferro, sem portos e aeroportos, encostas desmoronando, nenhuma solução; tragédia anunciada, todos os anos se repete, mas dinheiro para salários dos políticos e para a corrupção não faltam. 

A população cresce 12,5% de 2000 a 2010, o funcionalismo civil cresce 21,2% no período. O Governo Federal conta com 86 mil cargos de confiança nomeados sem qualquer tipo de seleção. Um chefe sem qualificação para cada sete funcionários de carreira qualificados, é lógico, esses cargos são reservados para os que trabalharam na eleição (cabos eleitorais), portanto, estamos esperando o que para agir? Vamos ficar mais 122 anos deitados em berço esplêndido!

O que fazer? Infelizmente nada podemos fazer no varejo, não ser você postando em uma página do Facebook e nem aquele que se insiste em participar de um movimento isolado.  O monarquista tem de saber que ninguém compra um eletro doméstico em uma lojinha de 5 x 8, o brasileiro não gosta de comprar em pequenos comércios, comprar em magazines dá mais confiabilidade ao produto. Assim acontece conosco, qual é a mídia que vai nos promover, qual é a autoridade que vai nos receber, qual é o empresário que vai financiar o nossa causa, ninguém, sim ninguém mesmo vai nos dar importância se não nos organizarmos em torno de uma entidade forte, que todos possam ter em suas páginas e movimentos o nome como se fosse uma franquia, é teu, mas o nome é de uma empresa grande.

Vários já estão aderindo ao IBI Brasil Imperial Nacional, IBI Brasil Imperial - Condado Von Noble - Rondônia, IBI Brasil Imperial Campinas SP, IBI Brasil Imperial Campos de Goytacazes Guarús RJ, IBI Brasil Imperial Campos de Goytacazes RJ, IBI Brasil Imperial Guanambi BA, IBI Brasil Imperial Santos SP, IBI Brasil Imperial Vitória ES, IBI Brasil Imperial Estado da Bahia, IBI Brasil Imperial Estado de Pernambuco, IBI Brasil Imperial Estado de Santa Catarina, IBI Brasil Imperial Estado de São Paulo, IBI Brasil Imperial Estado do Rio Grande do Sul, e mais outros que estão esperando aprovação.

Em breve serão mais de 100 páginas e depois vocês podem constatar se as coisas mudaram ou não quanto ao respeito e acessibilidade do nosso movimento. Outro fato importante é o Instituto Brasil Imperial está legalizado para operar em todas as cidades do Brasil, e também podemos afirmar que é o único.

Não percam tempo o projeto 2018 foi criado em 2010, já estamos em 2012 e muito tem de ser feito para crescermos e conseguirmos o plebiscito para 2018 e Restaurarmos a Monarquia no Brasil, não continue trabalhando no varejo, seja você também uma célula do IBI Brasil Imperial.

Antonyo Cruz
Facebook: IBI Brasil Imperial Nacional
---Recado dado!---

sábado, 18 de fevereiro de 2012

D. Pedro II e a França Republicana (Final)

 
 Monograma de D. Pedro II

Esta é a última postagem da série sobre a França Republicana e o nosso último Imperador. Contudo, é a mais emocionante! Acompanhe...

É de conhecimento da maioria que o último Imperador do Brasil, Sua Majestade Imperial D. Pedro II, foi deposto por um Golpe de Estado em 15 de novembro de 1889. Mesmo as repúblicas da América Latina, reconheciam a grandeza do Império Brasileiro, como podemos ver nesses dois exemplos: 

1º - Quando o Golpe Republicano se confirmou e um embaixador brasileiro foi cominicar que o Brasil não era mais uma Monarquia ao então presidente do Equador, este disse: "Permita que lhe ofereça os meus pêsames: o Brasil acabou de cometer o erro mais fatal de sua história!"

2º - Quando a Monarquia foi derrubada, o  presidente da Venezuela, Rojas Paúl, resumiu a queda do Império brasileiro em uma única frase: "Foi-se a única república da América!". Provavelmente pensando que o Brasil, mesmo enquanto Império, tinha uma forma republicana de agir. Diria até que muito parecida com a dos Estados Unidos. E não era como somos hoje, essa república igualzinha a essas outras da América Latina, que só pensam nas próximas eleições e nunca nos seus patrícios.

"E que tem a ver a França nisso tudo?"

Vamos lá...
A França foi o país escolhido por D. Pedro II para passar o último dos seus dias. No dia 05 de dezembro de 1891 (apenas três dias após o seu aniversário), nosso Imperador morria num simples quarto de hotel francês. Quando a Família Imperial foi exilada do país, os que ajudaram a realizar o Golpe (como Deodoro da Fonseca), mandou retirar dos cofres públicos 5 mil contos, o equivalente em dinheiro a 4,5 toneladas de ouro (salvo engano), para dar como forma de indenização à Família Imperial. D. Pedro II, além de negar, disse que ninguém de sua Família o receberia, e pediu que caso o dinheiro já tivesse sido retirado, que fosse feito um documento que comprovasse que o dinheiro fora devolvido, e terminou com a frase: "Com que autoridade esses senhores dispõem do dinheiro público?" Era a primeira tentativa republicana (ato comum hoje) de desvio do dinheiro do povo.

Vale lembrar que outro ato bastante comum hoje - o aumento dos próprios salários dos parlamentares - também começou no pós-Golpe. D. Pedro II passou 49 anos governando o Brasil, e durante TODO este tempo, nunca aumentou o soldo que recebia como Imperador, ainda que a Câmara fosse favorável. Assim que a República tomou posse, os líderes (como Deodoro) aumentaram seus próprios salários para quase o dobro do que ganhava o Imperador do Brasil).

Voltando à França... (e pegando carona em partes do livro Revivendo o  Brasil Império)
A única coisa que o Imperador pediu para seu exílio, foi um punhado de terra de cada província do país. Antes de morrer, pediu que o seu travesseiro (cuja terra brasileira havia sido posta dentro), repousasse sob sua cabeça. E em seu último suspiro, afirmou: "Nunca me esqueci do Brasil. Morro pensando nele. Que Deus o proteja!"
O "Imperador Filósofo" em Paris no ano de 1891

Em apenas um dia após a morte do Imperador, mais de 2.000 telegramas haviam sido enviados para o hotel com mensagens de condolências. 

O jornal Le Jour, por ocasião do falecimento do (ex) Imperador, fez um elogio fúnebre em primeira página, insistindo na ideia de que era o momento da França corresponder ao apoio que D. Pedro II lhe havia dado, pois fora ele o "primeiro soberano que, após nossos desastres de 1871, ousou nos visitar. Nossa derrota não o afastou de nós. A França lhe saberá ser agradecida."

Sadi Carnot, presidente francês, decidiu prestar a D. Pedro II as honras de Chefe de Estado. Para evitar incidentes políticos, o governo francês usou a desculpa de que o enterro oficial seria porque D. Pedro II era da Grã-Cruz da Legião de Honra (Condecoração honorífica francesa), mas seria com todas as pompas dignas de um Monarca. Todos os pedidos feitos pelo governo republicano brasileiro, para não se realizar qualquer tipo de funeral oficial (pasmem!), ou de apresentar publicamente a Bandeira Imperial foram ignorados pelo governo francês.
 Le Petit - Jornal Parisiense com ilustração
do funeral do Imperador

A importância das exéquias públicas do Imperador deposto, decidida pelo governo francês, e as homenagens póstumas de que foi alvo, causaram a maior irritação no embaixador brasileiro, que representou ao Quai d'Orsay (Ministério das Relações Exteriores) os protestos do governo republicano.

No dia 9 de dezembro de 1891, muito cedo, apesar da chuva incessante e do vento frio, uma verdadeira multidão começou a ocupar a Praça da Madeleine e a invadir as ruas e avenidas adjacentes. Antes do meio dia, a multidão já se tornara tão compacta, que os correspondentes do Daily Telegrafh e do Daily Mail escreveram: "Havia tanta gente nos funerais do Imperador quanto nos de Victor Hugo."
Caixão sendo carregado pelas escadarias da Igreja Madeleine
em direção à estação de trem

Calcula-se em 200.000 as pessoas que assistiram à passagem do cortejo fúnebre.

Enviados de muitas nações compareceram à funebre cerimônia (inclusive de locais distantes como China, Japão e Pérsia). Na igreja da Madeleine, entre os membros do corpo diplomático, só se notou um lugar vazio - o do representante diplomático do nosso País. O Brasil  oficial negou-se a tomar parte na maior glorificação do nome brasileiro!
Funeral em Lisboa

Oitenta mil homens das tropas militares francesas realizaram o cortejo e duas carruagens levavam mais de 200 coroas de flores com diversas mensagens, tais como:

"Dos Voluntários da Pátria ao grande Imperador por quem se bateram Caxias, Osório, Andrade Neves e tantos outros heróis!"

"Um grupo de brasileiros estudantes em Paris."

"Tempos felizes em que o pensamento, a palavra e a pena eram livres, que o Brasil libertava povos oprimidos." (Enviada pelo Barão de Ladário, Marquês de Tamandaré, Visconde de Sinimbu, Rodolfo Dantas, Joaquim Nabuco e Taunay)

"Ao grande brasileiro benemérito da Pátria e da Humanidade. Ubique Patria Memor." (Enviada pelo Barão do Rio Branco)

"Os Rio-Grandenses ao Rei liberal e patriota."

"Um negro brasileiro, em nome de sua raça."

Joaquim Nabuco, correspondente do Jornal do Brasil, escreveu por ocasião das exéquias suntuosas de D. Pedro II em Paris:

"Mais do que isso, infinitamente, D. Pedro II preferia ser enterrado entre nós, e por certo que o tocante simbolismo de fazerem o seu corpo descansar no ataúde sobre uma camada de terra do Brasil interpreta o seu mais ardente desejo. Ao brilhante cortejo de Paris ele teria preferido o modesto acompanhamento dos mais obscuros de seus patrícios, e daria bem a presença de um dos primeiros exércitos do mundo em troca de alguns soldados e marinheiros que lhe recordassem as gloriosas campanhas nas quais o seu coração se enchera de todas as emoções nacionais.
 Mas foi sua sorte morrer longe da Pátria. É uma consolação, para todos os brasileiros que veneram o seu nome, ver que ele, na sua posição de banido, recebeu da gloriosa nação francesa as supremas honras que ela pôde tributar. No dia de hoje o coração brasileiro pulsa no peito da França."
 Soneto escrito pelo Imperador

A Lei do Banimento (que proibia a Família Imperial de pisar em solo brasileiro, além de não permitir que nenhum dos membros pudesse possuir imóveis no Brasil e estabelecendo um prazo de seis meses para que os imóveis possuídos fossem vendidos ou passados à terceiros) só foi revogada em 03 de setembro de 1920, quando, a partir dessa data, os restos mortais do Imperador foram trazidos de volta à sua terra natal.

Pois é meus caros amigos... A dívida que o Brasil tem com D. Pedro II, na minha opinião, é impagável. Acredito em leis carmáticas, em carma coletivo. E creio que o Brasil hoje, paga esse carma. Não apenas pelo que aconteceu ao Império, mas por toda a sujeira que veio com o advento da república. 

Que o Brasil, um dia, possa consertar uma das maiores injustiças já impostas por um governo.
E com minha garganta e espírito hei de continuar bradando:
 
Viva a verdadeira Democracia!
Viva o Brasil Império!
Viva D. Pedro II!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

D. Pedro II e a França Republicana (Parte II)


Dando prosseguimento à pequena série de postagens intitulada "D. Pedro II e a França Republicana", a postagem de hoje vem com um enfoque em um dos maiores pensadores franceses: Victor Hugo (1802 - 1885). Na primeira postagem desta série, vimos já o primeiro caso interessante entre a Nação francesa e o nosso Imperador, em sua primeira viagem ao país. Hoje conheceremos mais sobre um encontro um tanto inusitado (será?).
Victor Hugo

Um dos maiores desejos de D. Pedro II era conhecer pessoalmente Victor Hugo (novelista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos fracês de grande atuação política em seu país), então no ápice de sua notoriedade e glória. Quando da sua viagem à Paris em 1877, deu instruções à embaixada do Brasil para comunicar ao escritor o desejo que tinha de vê-lo entre seus visitantes do Grande Hotel. A resposta foi:

- Victor Hugo não visita ninguém.

Ao ter notícia da resposta, D. Pedro II sorriu:

- Não faz mal. Eu procurarei conhecê-lo. Ele tem sobre mim o triste privilégio da idade, e também a superioridade do gênio. Eu vou, portanto, fazer-lhe a primeira visita.

Ao tempo em que D. Pedro II visitou Victor Hugo, havia em Paris uma espécie de carruagem para transporte coletivo urbano, popularmente conhecida como impériale. Descrevendo como era o seu dia a dia, o poeta disse ao Imperador:

- Depois do almoço, por volta de uma hora da tarde, eu saio, e faço uma coisa que Vossa Majestade não poderia fazer: subo num ônibus.

- Por que não? Essa condução me conviria perfeitamente, Ela não se chama "impériale"?

Quando se despedia do republicano Vicor Hugo, após uma de suas visitas, D. Pedro II ouviu dele estas palavras:

- Felizmente não temos na Europa um monarca como Vossa Majestade.

- Por quê?

- Se houvesse, não existiria um só republicano...

:)

O fato foi retirado do livro "Revivendo o Brasil Império", que é repleto de fontes outras que fornecem a base para a confirmação do que foi postado! Nada do que posto neste blog é baseado em folclore ou inventado. É simplesmente uma História menos deformada e sem a nociva ideologia republicana que corrói nossa mente.

Aguarde agora pelo último post desta série, que é o mais lindo e interessante. É onde eu, simples cidadão brasileiro, me sinto muitíssimo grato à França por sua postura frente ao maior Homem que eu tive a oportunidade de "conhecer".
Sua Majestade

Apenas por curiosidade, eu sempre tive o sonho de ser pai. E se Deus permitir, um dia serei. Acontece que sempre pensei também nos nomes que daria a meu filho, se fosse menino. Passei por muitos e muitos... Há pouco tempo cheguei à conclusão! Se um dia eu tiver um filho, menino, ele se chamará "PEDRO", em homenagem ao eterno Imperador do Brasil.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

D. Pedro II e a França Republicana (Parte I)

Meus caros leitores, hoje começa uma nova série de postagens (acredito que não será longa), que tem por objetivo apresentar-lhes o caso de amor entre a França republicana e o Imperador do Brasil, D. Pedro II. Você pode estar se perguntando: "por que a França?" É uma pergunta pertinente. Poderia falar aqui dos vários exemplos que envolvem o Imperador e outras nações poderosas, como os EUA ou a Inglaterra, mas optei pela França, pois esta é a nação que menos se espera uma boa relação com os reis.

Os franceses decapitaram seus últimos reis (Luís XVI e sua esposa Maria Antonieta) durante a chamada Revolução Francesa. Ora, eles tomaram um ódio pela Monarquia que não se tem notícia. Entretanto, a relação deles com nosso D. Pedro II, é muito boa e recíproca.
Maria Antonieta e Luís XVI

Como muitos sabem, as Famílias Reais europeias costumam casar entre si, e isso faz com que, até hoje, a Família Imperial Brasileira, numa quase impossível probabilidade, tenha direito ao Trono Real Francês (se esta nação fosse monárquica e sua Família Real fosse extinta). D. Pedro II, assim como o atual Chefe da Casa Imperial do Brasil (D. Luiz), é descendente direto de Hugo Capeto, rei dos Francos (povo que posteriormente deu origem ao Estado Francês). Nunca é damais lembrar que a Família Imperial Brasileira descende das mais antigas famílias reinantes do planeta (excluindo os reinados mitológicos).
Hugo Capeto (938 - 996)

O primeiro contato entre o Soberano e o País aconteceu na primeira viagem do Imperador à Europa, em 1871. D. Pedro estava na cidade francesa de Rouen, que estava ocupada pelas tropas alemãs (por ocasião da Guerra Franco-Prussiana). Sabendo que o Imperador estava presente, o general Treslov (comandante da guarnição alemã de ocupação), decidiu cumprimentá-lo e aproveitou para comunicar-lhe que mandaria colocar à porta do hotel uma guarda de honra, e que ordenaria que a banda militar alemã desse um concerto em sua homenagem.

D. Pedro II agradeceu a intenção do comandante, mas recusou a homenagem:

" - Se eu estivesse na Alemanha, aceitaria. Estou na França, entretanto, e não devo permitir que a música dos vencedores venha saudar-me em chão dos vencidos."

O general prussiano inclinou-se, acatando com admiração e respeito o gesto de delicada sensibilidade. E o povo francês, sabedor da recusa imperial, demonstrou sempre para com D. Pedro os mais vivos sentimentos de simpatia.

E com essa pequena, mas bonita, história, encerro o primeiro post sobre o nosso último Imperador, conhecido como o Imperador Filósofo, e a Nação francesa. Aguardem a próxima postagem.


sábado, 7 de janeiro de 2012

O que perdemos em tentar?


Meus caríssimos leitores e visitantes do Blog,
Quem acompanha este Blog há certo tempo, ou quem me conhece pessoalmente, muito provavelmente sabe de minha opção política: sou MONARQUISTA convicto! Não sozinho, diga-se de passagem. 

Desta feita, venho nesta postagem colocar uma perguntinha incômoda para vocês leitores preocupados com a situação de nosso país. Uma pergunta que, por mais que eu tenha pensado e refletido, não achei resposta justa e plausível. Nem mesmos alguma que por breve momento aquietasse o meu juízo. Vamos à pergunta, depois à explicação.

Afinal, o que perdemos em tentar?

Essa é minha pergunta a você leitor. E nunca eu quis tanto que alguém comentasse neste Blog. Esta mesma postagem está sendo feita no Blog Sensei Que Nada Sei, pois quero instigar o maior número de leitores, consequentemente respostas, possível/possíveis.

A indagação diz respeito à mudança de sistema de governo no Brasil. Sairíamos de uma República e entraríamos em uma Monarquia Parlamentar. Para os novos leitores, que podem se surpreender com a proposta, sugiro que leia outras postagens deste blog antes de fazer seu comentário, pelo único fato de tirar suas dúvidas principais sobre como seria a proposta Monárquica para o Brasil.

Sabe aqueles argumentos do tipo: "Monarquia é retrocesso", "Não vou ser mandado por um Rei", "Por que sustentar uma Família Real que não faz nada?", "O Rei é apenas uma figura decorativa", "Prefiro uma democracia!", etc, etc, etc? Pois bem, não só esses, mas outros, são explicados e derrubados em postagens anteriores.

Eis os meus motivos para esta postagem aparentemente repentina: Não aguento mais uma república decadente (se é que ainda há o que cair moralmente). Nossa história republicana é repleta de falhas e defeitos graves. A situação piora quando comparamos com o período em que o Brasil foi um Império (1822-1889). Alguns dados sobre a república:

→ Começou ilegalmente com um Golpe Militar;
→ O Brasil republicano já sofreu pelo menos cinco golpes de Estado e um impeachment;
→ Em todo o período republicano, eu disse TODO, nunca tivemos uma real estabilidade política duradoura;
→ Temos um Chefe de Estado (representante maior da Nação) sempre comprometido ideologicamente com partidos políticos;
→ Sete Constituições (enquanto houve apenas uma no Império);
→ Corrupção generalizada e IMPUNIDADE pelo simples fato de não haver nenhum representante da sociedade comprometido com a ética.

Enfim, há muitos problemas na república que poderíamos tentar consertar com uma Monarquia Parlamentar. Nossos parlamentares discutem plebiscitos ridículos como divisão de estados e desarmamento (este não é ridículo, mas o fato de querer repeti-lo em tão pouco tempo depois de uma decisão da sociedade, isto sim, é ridículo), mas não uma proposta de mudança de sistema! Sabem por que não há nenhuma proposta em relação a isso? Já imaginou até como seria interessante uma proposta de mudança no sistema com um novo plebiscito marcado para dez anos depois, para saber se a população quer voltar para o sistema republicano? Sabe por que não há? Porque toda a corja sabe que a república não voltariam, e tal qual à época de D. Pedro II, qualquer homem com nódoa política estava praticamente banido da vida pública. 

Nunca vivemos em época tão democrática quanto aquela, onde a disseminação do ideal republicano (contra o sistema vigente) era permitida, coisa que a reppública fez questão de apagar por praticamente 100 anos. Só na Constituição de 1988 (última do nosso país) a cláusula pétrea que calava, literalmente, os Monarquista, foi revogada. Entretanto, um século de doutrinação republicana foi suficiente para fazer parecer uma idiotice voltar ao sistema que funcionou adequadamente ao Brasil.

Não ache que somos poucos. Não... Não somos! Estamos em muitos locais, mas precisamos do apoio de mais ainda. Veja alguns exemplos (vídeos CURTOS):

 
Protesto Fora Sarney em SP (15.08.2009)
A Bandeira Imperial erguida entre muitos à esquerda.
Jornal da Massa - SBT (15.11.2011)
Jornalista Paulo Martins jura amor ao Império e à Bandeira Imperial ao vivo.
Vídeo produzido pela Rede ACI - Associação Causa Imperial
Convocando Monarquistas adormecidos.

Fica então a pergunta e, POR FAVOR, peço que os senhores leitores contribuam com essa quase "pesquisa" minha nos comentários abaixo. Responderei a todos. Afinal, com a situação do Brasil republicano (e quem conhece História sabe que estou falando desde 1889), o que perdemos em apenas TENTAR um outro modo de fazer o Brasil funcionar? Será que não vale a pena TENTAR? Você estaria disposto a disseminar essa ideia? 

Saudações Monárquicas.

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Ps: Não encaro a mudança de sistema político do Brasil como um passe de mágica onde todas as mazelas do nosso país serão solucionadas. Encaro como uma ALTERNATIVA esperançosa para que possamos tentar ser um País respeitado e de vida mais justa para sua população, que como poucas vezes na História, tem a chance de ser realmente representada.

OBS: Se você é Diretor de escola, vereador, deputado, líder comunitário, enfim... se sua pessoa estiver interessada em saber um pouco mais, por favor, entre em contato comigo pelo e-mail: rodrigomebarak@yahoo.com.br ; estou disposto a promover palestras ou mesmo participar de debates que instiguem a divulgação e informação da Causa. Gratuitamente. Em favor do Brasil. É meu dever enquanto cidadão lutar pela melhoria do nosso país. Seu público alvo (crianças, adolescentes, adultos...) não perderá nada com isso, pelo contrário, ganhará mais conhecimento sobre o assunto proposto.